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quinta-feira, 14 de julho de 2011

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Kindle 3G a menos de R$ 300,00? Quando esta novidade chega ao Brasil?

Pois é, internautas, o anúncio é recente e foi feito pela Amazon, que revela que depois de acordo com o fabricante, vai reduzir em 26,4% o preço da maquininha eletrônica de ler livros, essencial para a nova tendência tecnológica mundial, os E-books.

Embora ainda não se saiba quando a primeira remessa chegará ao Brasil, é bom ficar de olho e acompanhar pois os preços já são bastante acessíveis. E para quem gosta de ler mas não gosta de carregar livros, freqüentar bibliotecas ou perder tempo, parado, a opção é excelente: você pode ler em qualquer lugar (só não é muito recomendável quando estiver transando, dirigindo, banhando-se ou cozinhando). Segue a matéria, publicada no site do Yahoo! Notícias:

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Amazon diminui em 26% preço do Kindle 3G após acordo com AT&T


Nova York, 13 jul (EFE).

A empresa de comércio eletrônico Amazon anunciou nesta quarta-feira um acordo com AT&T, pelo qual a operadora americana patrocinará a versão básica de seu leitor eletrônico Kindle 3G, o que representará um desconto de 26,4% em seu valor.

O preço do aparelho, que permite o armazenamento de até 3,5 mil livros e oferece quase um milhão de títulos à venda em sua loja on-line, passará de US$ 189 para US$ 139, e incluirá também a conexão através de uma rede 3G de gratuita e sem contrato, detalhou a Amazon.

"Os clientes do Kindle 3G leem 20% mais livros e aproveitam o dobro de ofertas especiais", afirmou o fundador e executivo-chefe da empresa, Jeff Bezos, em comunicado de imprensa.

O anúncio acontece três meses depois de a Amazon começar a venda nos Estados Unidos da versão básica do Kindle sem conexão à rede 3G com um desconto de US$ 25, em troca de os usuários receberem publicidade e descansos de tela patrocinados.

A empresa lançou o primeiro Kindle em 2007 e apresentou em 2009 o chamado Kindle 2, menor e com mais capacidade, além do Kindle DX, que permite a consulta de livros e jornais em uma tela maior.

Desde que entrou no negócio dos leitores digitais, a Amazon diminuiu gradualmente os preços de seus dispositivos para conseguir uma melhor posição diante de concorrentes, como Apple, Sony e Barnes & Noble.

Além disso, a empresa informou que pretende lançar em breve seu primeiro aparelho para competir com a Apple no mercado dos tablets e atualizar seus leitores eletrônicos com duas novas versões, segundo o jornal "The Wall Street Journal".

O novo dispositivo terá uma tela de nove polegadas, funcionará com o Android, sistema operacional do Google, e permitirá que seus clientes vejam vídeos, leiam livros e escutem música comprada ou alugada em seu site.

As ações da Amazon fecharam nesta quarta-feira em alta de 1,07% no índice tecnológico Nasdaq, enquanto os títulos da AT&T, uma das 30 empresas que fazem parte do Dow Jones Industrial, subiram 0,16%. EFE

elr/rsd

...
Fonte: Yahoo! Notícias

sexta-feira, 6 de maio de 2011

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Você já sabe o que é downgrade? Se tentar ficar atualizado com o WordPress 3.1.1 ou 3.1.2, vai ter de aprender rapidinho


Bem, se você ainda não sabe, é absolutamente normal, porque este tipo de operação é raro, nada usual, pois significa fazer o caminho inverso ao do "upgrade". Interprete pois "downgrade" como o inverso do "upgrade". Enquanto o termo upgrade é utilizado para significar uma migração para um software mais recente, downgrade significa o caminho de volta, para uma versão anterior. E isto é o que acontece na prática quando uma migração para uma versão mais recente não dá certo. Ultimamente, muitos usuários do WordPress, têm utilizado este caminho, infelizmente. Mas o pior de tudo é que se o upgrade já é complicado o downgrade é ainda muito mais mais trabalhoso e complicado.

É compreensível que todos os desenvolvedores da plataforma WordPress queiram constantemente atualizar seus blogs para a versão mais recente deste poderoso CMS. Todavia, esta nem sempre é a atitude mais prudente e sensata. A versão 3.1.1, por exemplo, é recentíssima (hoje, dia 25/04/2011) e ainda necessita de muitos ajustes, antes de funcionar a contento. E nem bem ela foi assimilada, já lançaram a 3.1.2, tudo isso em menos de um mês.

Faço este alerta por experiência própria. Testei a nova versão em um site clone e vi que ela não é satisfatória, apresentando muitos "bugs", o mais sério, na minha opinião, na sua configuração e no editor visual, que trava e não exibe os trackbaks, nem os campos personalizados adicionais, nem a lista suspensa de autores.

Não acreditando nesta tão grande quantidade de falhas (existem outras), tentei várias vezes e em dois outros sites, dando o mesmo resultado. Portanto, não creio que o problema se deva a erros de instalação ou erro do usuário na configuração; é bug mesmo. E ainda que algumas mexidas nas combinações de configurações resolvessem os problemas, isto não significaria que a versão está funcional. As coisas para os usuários devem ser simples ou, no máximo, com um médio grau de dificuldade. Passou disso, a versão é condenável. E é este o caso da 3.1.1, por enquanto.

No meu caso, e apesar de me considerar um usuário com relativa experiência, tive de fazer o caminho de volta – não sem antes ter um baita trabalho – e agora tudo voltou ao normal e está funcionando direitinho.

Por que o WordPress tem aumentado tanto a velocidade das atualizações?

O WordPress sempre foi considerado a melhor plataforma para o desenvolvimento de blogs e é, de longe, a que tem maior base instalada. Mas de uns tempos para cá, no afã de se aperfeiçoar cada vez mais, tem feito sucessivas modificações de versões, num tempo médio 1 mês para cada nova atualização, ficando difícil para os desenvolvedores manterem-se atualizados, já que as migrações, antes simples, estão se tornando cada vez mais compicadas e arriscadas, exigindo do usuário um certo grau conhecimento de HTML, PHP e lógica de programação, o que já não é normal. Além disso, para fazer os ajustes que necessita, é imprescindível que o usuário possua um domínio próprio (pago, apesar de o WP ser gratuito).

Uma coisa é certa: quando um software tem de ser constantemente atualizado, quase na média de uma atualização/mês, é porque ainda não se encontrou e algumas coisas não vão bem. Quando um aplicativo fica "estável" as atualizações diminuem bastante, quase desaparecendo. E em matéria de programação (sei disso porque, por acaso, também sou programador) ao se alterar demais um mesmo aplicativo ele sempre, mais cedo ou mais tarde, vai apresentar um outro problema, por relação direta ou indireta com o que foi alterado. E a cada nova alteração a coisa piora. E agora vejamos o que está acontecendo com o nosso querido WordPress.

Dezessete atualizações em 20 meses… Isto é normal?

Não, não pode ser. Se isso está ocorrendo é porque os desenvolvedores começaram a se perder e estão tentando desesperadamente salvar o aplicativo.

Fazer atualizações rotineiras de software, com o intuto de aperfeiçoá-lo, acrescentar novos módulos e corrigir pequenos bugs é normal, mas não com tal intensidade e em tão curtos intervalos de tempo. Digo por experiência própria como desenvolvedor. Quando um aplicativo fica escravo das atualizações para poder funcionar, é melhor abandonar o software original e partir para um outro, partindo do zero e buscando o mesmo ou um novo conceito. Enquanto as versões capengas forem decorrência do fonte original, a coisa só tende a piorar. Essa é a regra.

Não afirmo que este seja exatamente o caso do WordPress, um software criado em 27/05/2003, já maduro em tempo de vida. Mas dá o que pensar, principalmente se pararmos para analisar a tabela de "releases" aí ao lado, que abrange somente o período de junho de 2009 até hoje. Isto é para deixar qualquer usuário louco. E tentar estar sempre com a versão mais recente, logo no início do seu lançamento é mais louco ainda.

Diante do que se abordou, ficam aqui as seguintes dicas:

1.Não atualize para o WordPress 3.1.1 ou 3.1.2 já. Espere a primeira versão que durar mais de 4 meses, sem qualquer atualização, e aí sim, migre para ela;

2.se a sua versão tem menos de 3 anos e está funcionando bem, fique com ela, até surgir a primeira versão realmente estável, mesmo que demore;

3.se for migrar para uma versão com mais de 4 releases superior ao seu, faça-o em duas etapas: primeiro para duas versões depois (teste por algum tempo); depois, se funcionou na anterior, migre para uma de mais dois releases à frente, e assim sucessivamente.

4.esteja sempre preparado para, eventualmente, ter de fazer um "downgrade".

As dicas estão dadas. Se depois disso, você insistir em atualizar para depois do 3.1.1, considere a possibilidade de ter de fazer um "downgrade".

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

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Maravilhas da tecnologia: originais da Bíblia manuscrita grega mais antigos que o "Codex Vaticanus" já pode ser consultado online, pela internet

Veja e leia o manuscrito grego mais antigo da Bíblia, online e traduzido: o Codex Sinaiticus

Sim, é verdade, até isso já é possível, graças à internet. Mas não é só a visualização das páginas e a simples leitura (afinal, quase ninguém fala grego). O site que disponibiliza essa fonte de pesquisa mostra a página original em grego do Século IV e, ao lado, a tradução ( por enquanto, apenas para 4 línguas, entre as quais, como era de se esperar, o Português não está incluído). Mas é possível ler a tradução em Inglês, que já satisfaz.

Mais que isso, é permitida a busca, se você entrar com a referência dos livros, capítulos e versículos. Uma vez localizada a página, o original e a tradução inglesa são exibidos. E você pode navegar pela página, usando um sistema de coordenadas de navegação semelhantes ao Google Earth.

O Projeto Codex Sinaiticus, é uma experiência (ainda não concluída) que visa disseminar o conhecimento desta versão da Bíblia pelo mundo. Embora já funcionando e bastante adiantado, algumas passagens bíblicas ainda não estão traduzidas, o que, felizmente, são poucas.

Foi idealizado porque existem apenas dois documentos que se dizem ser traduções dos autênticos originais da Bíblia: um, o "Codex Vaticanus " (baseado na Septuaginta) e este, o Codex Sinaiticus , ambos datando mais ou menos da mesma época (Século IV). Especula-se que Sinaiticus manuscrito possa ser mais antigo que os originais do Vaticano.

Segundo estudiosos, o Codex Sinaiticus, também conhecido como Manuscrito "Aleph", é o único que contém o Novo Testamento inteiro. Daí a sua importância para pesquisas. Outra importância que se dá é que enquanto O Codex Vaticanus é trancado a sete chaves no Vaticano, não permitindo a consulta direta, o original do Codex Sinaiticus encontra-se no Museu Britânico, foi digitalizado e depois disponibilizado para consulta na internet.

O Codex Sinaiticus (*) é um projeto patrocinado pela Brtish Library, National Library of Russia, St. Catherine Monastery e Leipzig University Library. Eis aí porque a tradução inicial foi feita apenas em 4 línguas: Inglês, Grego, Alemão e Russo. Abaixo, a definição do projeto, dada pelo próprio site:

"Codex Sinaiticus is one of the most important books in the world. Handwritten well over 1600 years ago, the manuscript contains the Christian Bible in Greek, including the oldest complete copy of the New Testament. Its heavily corrected text is of outstanding importance for the history of the Bible and the manuscript – the oldest substantial book to survive Antiquity – is of supreme importance for the history of the book."
(*) -O Codex Sinaiticus foi descoberto por Constantin von Tischendorf, em sua terceira visita ao Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina, no sopé do Monte Sinai (Egipto), em 1859.

Fontes: Codex Sinaiticus (http://www.codex-sinaiticus.net/en) ;
            Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3dex_Sinaiticus )

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

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Para onde irão, amanhâ, os …tilhões de yottabytes de informações digitais que estarão armazenados nos provedores de internet?

(Transcrito do site "Debates On Line", do mesmo autor)


Em alguns anos, para onde irão os …tilhões de yottabytes de informações hoje armazenados nos provedores de internet?

Armazenamento de informações
Ninguém pode garantir ou saber o destino que será dado, em alguns anos, aos …tilhões de yottabytes de dados e informações hoje armazenados nos provedores de internet. A informação virtual é prática, rápida, acessível de qualquer lugar, tem alto teor de propagação, permite fáceis ilustrações, um visual melhor, mas não é segura: não há garantias de que, a que hoje existe, ainda possa existir daqui a três ou mais anos. Qual o tempo de vida mínimo garantido? Dois anos? Cinco anos? X anos? E como se pode ter certeza de que ela ainda estará lá, no mesmo lugar, intacta e acessada pelo mesmo caminho?

E o pior é que ninguém nos informa disso, salvo rarísimas exceções. Suponho que nem mesmo os grandes provedores de armazenamento como, por exemplo, o Google e o Yahoo possam responder a esta pergunta.

Recentemente, postei um artigo num fórum e recebi o aviso de que "a informação seria arquivada por 6 meses, sendo apagada do banco de dados após este período".Este, ainda sabia e teve a dignidade de informar. Propriedade intelectual, direito autoral, nada disso está corretamente regulamentado e em uso no mundo virtual.

Até que encontrem a solução do problema, o livro e a informação escrita em papel ainda são os meios mais seguros de conservar documentos para o futuro. Se você insiste em guardar informações virtuais, copie-as, HOJE, para uma mídia própria (CD, DVD, HD, "pen-drive,etc), se não quiser imprimi-las. E nem pense em guardar suas memórias para a posteridade em mídia virtual. Informação digital, de sua propriedade, gravada em mídia própria, você ainda pode salvar, mesmo assim, com o cuidado de transferi-las, para outro veículo, quando se tornarem obsoletas. Mas a informação virtual que se hospeda e trafega na rede mundial? Ninguém sabe! Tudo poderá virar fumaça e desaparecer.

Por incrível que pareça, seguro mesmo ainda é o bom e velho livro de papel. E nem tentem compará-los com os "e-books" de hoje, apesar de sua portabilidade e dos "tablets". Amanhã poderão estar obsoletos!
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Este era o artigo original, de minha palavra, e produto das minhas preocupações de então, publicado no blog "Debates Online", em 2008. Agora, dois anos depois, vejo as minhas angústias confirmadas pelas preocupações de outros que também escreveram sobre o assunto, como que atestando que eu não estava errado, pelo menos desta vez.

À guisa de esclarecimento para o leitor, que sequer tem ideia do que seja um yottabyte e de como, onde e por quanto tempo os dados poderão ficar armazenados seguramente, vejam o que diz este trecho do artigo "Yottabytes e o Futuro" (será que eles se inspiraram no meu, de 2 anos atras, ou enxergaram o mesmo que eu?):

"...
SÃO PAULO - A interpretação dos dados mudará tudo em nossa vida.

Um bit é a unidade básica digital: um ou zero. Um byte são 8 bits. Um quilobyte equivale a 1 000 bytes, ou meia página de texto. Mil quilobytes somam 1 megabyte, um quinto de toda a obra de William Shakespeare. Mil megabytes equivalem a 1 gigabyte, tamanho suficiente para armazenar um filme de uma hora. Com 1 000 gigabytes temos 1 terabyte, e com 15 terabytes digitalizamos toda a biblioteca do Congresso americano. Mil terabytes dão 1 petabyte, um quinto do conteúdo de todas as cartas distribuídas pelo correio dos Estados Unidos durante um ano. Mil petabytes somam 1 exabyte, que equivale a 10 bilhões de exemplares de uma única revista. Mil exabytes equivalem a 1 zettabyte, que é um pouco menos que a soma total de dados a serem produzidos pelo mundo inteiro durante este ano de 2010. Mil zettabytes equivalem a 1 yottabyte, que...

Esses cálculos foram apresentados numa edição especial da revista britânica The Economist sobre esta grande mercadoria do século 21: dados."  (grifos do autor)
          Fonte da citação acima destacada:
          http://info.abril.com.br/noticias/ti/artigo-yottabytes-e-o-futuro-18052010-23.shl

E então, a coisa não é preocupante e ainda mais quando ninguém responde? O acervo da memória da raça humana e do nosso tempo não pode ficar guardado apenas em arquivos digitais, dependentes de energia,e sinais de satélite e capacidade de saturação. Isso pode sumir num apagão geral ou nas nuvens, sem possibilidade de recuperação.. 

domingo, 16 de maio de 2010

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Será que o novíssimo iPad vai fazer a nossa alegria geral?

No post imediatamente anterior a este, fizemos uma comparação entre o netbook e o notebook e fomos quase massacrados por alguns leitores, quando desaconselhamos o uso do netbook, como opção ao notebook. Cremos ter mostrado que aquilo que parecia ser vantagem numa primeira avaliação, na verdade não era. Mas os novidadeiros e fâs do netbook não se convenceram e continuam achando que ele "é ou vai ser o bicho". Fazer o quê? Teimar? Opinião é uma coisa pessoal.

Pesssoas que gostam de "novidades" e se apressam em comprá-las logo assim que são lançadas, geralmente se surpreendem e descobrem, depois, que se tivessem esperado mais um pouco teriam feito um melhor negócio, não só em termos de referências e aperfeiçoamentos, como pelo fator preço. Assim é com os carros, assim é com os portáteis, assim é com os eletroeletrônicos e quase tudo. Vantagem em ser os primeiros, somente nos mercados de imóveis, de ações, de fusão de empresas, etc., mas não no de produtos tecnológicos e, principalmente, na área de informática. Neste segmento, leva a melhor quem analisar mais e for mais paciente e cauteloso, isto, sem levar em conta a concorrência e a "pechincha".

Dito isto, e tentando acalmar os mais afoitos, desta vez vou discorrer sobre o iPad, recomendando a sua compra, mas só para o finalzinho do segundo semestre do ano, até porque não sabemos como estará a distribuição e o suporte técnico por aqui. Ainda não há previsão para o início oficial das vendas no Brasil, embora o produto já possa ser adquirido via internet e em importadoras, mas com software em Inglês.

Este produto sim, parece que veio com força e tecnologia suficientes para desbancar os iPhones, os Ipods e os netbooks, embora não ao notebook, que ainda continuará firme no seu segmento de mercado por muito tempo, por já ser uma tecnologia madura e aperfeiçoada. Daqui para a frente os notebooks só tendem a melhorar ainda mais, enquanto os outros vão continuar correndo atrás, procurando se inserir no seu nicho de mercado. Mas cabe uma ressalva e é aí que entra o grande diferencial: depende de quem vai usar e para o que vai usar.

iPad x Netbooks, a grande batalha para 2011

Pelo que pudemos perceber, salvo erro nosso de avaliação, a grande briga se dará mesmo entre o iPad e o Netbook, que disputam o mesmo público-alvo: pessoas que precisam de um equipamento leve e portátil para um acesso rápido à internet, ler e escrever emails, ver fotos e vídeos, ouvir e baixar músicas, games, realizar pesquisas escolares, fazer pequenas apresentações no Power Point, ler e-books e utilizar um editor de textos ou planilha. Não muito mais do que isso, mas que já é bastante, se as finalidades forem apenas estas e não o uso para aplicações mais pesadas. E neste particular, embora lançado apenas neste  início de ano, o iPad se revela muito mais completo, executando coisas que o netbook ainda não faz ou faz mais limitadamente.

Ora, se os preços dos equipamentos são equivalentes (iPads na versão mais barata, de 16 Gb, custam U$ 499,00) e são tecnicamente superiores, por que comprar um netbook, se o iPad faz tudo o que o outro faz, não sendo a recíproca verdadeira? Mais: Um netbook pesa em média, 1.3 kg, contra 700g do iPad, que tem uma bateria com autonomia anunciada de 10 horas (sempre é bom diminuir uma ou duas no anunciado) contra 6 horas do netbook.

De fato, são muitas as vantagens em favor do iPad, que já começa a roubar (violentamente) mercado do netbook, a tal ponto que iPads já começam a faltar, nos Estados Unidos, mesmo com as vendas limitadas a duas unidades por pessoa. Mas, em se tratando de Brasil, tanto um como outro, se tiverem de deslanchar, será mesmo para 2011, o netbook, porque ainda não pegou e o iPad porque ainda nem chegou oficialmente. Afora isso, terá de haver tempo para os fabricantes de softwares produzirem para as novas plataformas e os usuários, para se acostumarem e fazer a divulgação, discutirem os prós, os contras e as diferenças entre os modelos.

Mas, afinal, o que é ou não é o iPad e por que a cautela?

Bem, aí está uma coisa ainda um pouco complicada para se explicar. Poderíamos começar dizendo o que ele não é: não é um telefone celular (ainda), porque não faz chamadas, mas também "não é exatamente um leitor de mp3, um computador portátil ou um disco rígido para guardar fotografias e músicas e nem tira fotos. A designação técnica é tablet, uma plataforma totalmente táctil (teclado virtual incluso) que permite escrever textos, acessar à internet, ler jornais, revistas e livros, jogar videogames ou ouvir música". Então concluímos que  ele não é um notebook, não é um netbook, não é um leitor de mp3, não é um e-book, mas que faz tudo ao mesmo tempo, exceção apenas para algumas tarefas de um notebook encorpado. O iPad seria então uma espécie de PC portátil, em forma de "prancheta digital". Prancheta digital, eu diria que essa seria a denominação popular mais adequada.

Segundo a mídia mundial e nas palavras do site "Time Out" (Lisboa, Portugal), "o iPad é a melhor experiência jamais desenvolvida a nível de navegação web, email e leitor de conteúdos. Vai modificar a forma como fazemos as coisas de todos os dias. Corresponde a todas as expectativas criadas.” Para já, todas as aplicações disponíveis no iTunes Store – mais de 140 mil – correm no novo iPad, e prevê-se que mais sejam criadas especificamente para este aparelho".  Mas calma, gente, calma! Nem por isso, é aconselhada a compra agora ( já se consegue comprar por aqui). E lembrem-se dos nossos conselhos lá de trás e daquele velho ditado: "afobado come cru". O lançamento oficial, fora dos Estados Unidos, se deu no dia 10 de maio corrente, para apenas 9 países (Austrália, Canadá, França, Itália, Alemanha, Japão, Espanha, Suiça e Reino Unido) . Haverá uma segunda leva de mais 10 países em junho, mas não há ainda previsão para quando chegará a versão brasileira. O aparelhinho, nos países autorizados, está sendo vendido nas versões Wi-Fi e Wi-Fi+3G (cem dólares mais cara). 

Além disso, Stevee Jobs, o fundador e presidente da Apple, fabricante do iPad e da maioria dos portáteis do segmento (iPads, iPods, iPhones, celulares especiais, leitores de mp3, Macbooks e similares) é mestre em criar expectativas de pré-lançamento, para aumentar a procura e valorizar o produto, criando enormes filas nos revendedores Apple. Finalmente, há que se considerar também, para o caso do mercado brasileiro, que os downloads de livros e filmes só podem ser feitos com contas do  iTunes Store e no iBooks, ambos nos Estados Unidos, abertas apenas para os países já autorizados a fazerem a comercialização. Esta falha ainda terá de ser corrigida nas versões a serem exportadas para outros países, já que a função de ser também um e-book é uma das mais celebradas vantagens do aparelho e ninguém vai querer ter um iPad "meia-boca" e com sistema operacional somente em Inglês.  Portanto, o momento é mesmo de observação e cautela.

Preços, versões e características:

Eis as características do produto: Ultra-slim, com menos de 700 gramas, 24 cm de altura (ou largura, conforme a posição) e 1,2 cm de espessura, tela wide-screen de 9,7", sensível ao toque, e teclado virtual, permitindo também o uso de teclado externo (acessório que praticamente o transforma num "netbook"), com conexões via USB e, segundo o fabricante, inteiramente desbloqueado para o uso em qualquer país (vai funcionar assim, no Brasil?). Como ideia das dimensões, é ligeiramente menor do que uma folha A4 . A bateria tem uma autonomia anunciada de até dez horas (é bom não acreditar muito nisso e considerar entre  7 a 8 horas), e estarão disponíveis vários acessórios, como capas, suportes, mochilas de transporte, cabos extensores, fones de ouvido, teclados externos e um monte de outros penduricalhos, que certamente virão, além dos já anunciados.

Quanto à distribuição e aos preços, a distribuição mundial do iPad iniciou-se em abril deste ano  e a versão 3G já começou a ser vendida neste mês de maio. Os preços variam conforme a capacidade de armazenamento: 499 dólares para o modelo de 16GB, 599 dólares para o de 32GB e 699 dólares para o de 64GB. Já os modelos 3G começam nos 599 dólares e vão até aos 829 dólares. Ainda não dá para fazer uma média de preços aqui no Brasil, porque não chegou; mas já dá para arriscar uma previsão pela variação do dólar e algumas coisinhas mais que o nosso Governo e o nosso mercado sempre acrescentam. Talvez fosse certo dizer que seriam o preço em dólar, convertido, e mais uns 20 a 30% desse valor que, depois, cairiam. Pela internet, o modelo mais simples, o iPad Apple 32GB (Wi-Fi) tem sido oferecido, no Brasil,  ao preço de R$ 2.000,00, mas não se pode tomá-lo como referencial porque está bem acima do preço sugerido pelo fabricante, mesmo levando em consideração as variações de um país para outro.

O produto, no site oficial da Apple:

Para quem quiser ver o vídeo promocional oficial do fabricante, aqui vai o link:

http://www.youtube.com/watch?v=fihOmQY-JxY&feature=player_embedded

E para quem quiser conhecer todas as características técnicas do produto em sua página oficial, no site da Apple, clique aqui!

Pronto! Falei e disse tudo o que consegui pesquisar, apurar e resumir sobre o assunto. O resto é com vocês. Se já quiserem ir comprando...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

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Netbook ou notebook? Já dá para ficar na dúvida?

Para quem ainda não conhece as principais diferenças entre um "netbook" e um "notebook", sim; para quem já conhece, não.

Em princípio, o netbook surgiu com a intenção de conquistar o público feiminino e os gays para, depois, desbancar o notebook e assumir o seu nicho de mercado, com a suposta expectativa de que num design inteligente e com um equipamento menor, mais leve, mais versátil e fácil de transportar, ele conquistasse facilmente a preferência desse público-alvo e desbancasse os notebooks. Mas não foi isso o que aconteceu e nem me parece que vá conseguir, nem mesmo entre as mulheres, com suas bolsas enoooormes e os gays.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

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Teoria de Gaia x Aquecimento Global - Quem fala a verdade?

Teoria de Gaia x Aquecimento Global - Quem Está com a Razão?


Ambas são teorias ainda não totalmente comprovadas e se referem ao planeta e ao aquecimento global. Uma, menos alarmista, apoiada no cientificismo e na experimentação; a outra, pregando o catastrofismo, baseada em estatísticas, fotos e observações.

Antes de adentrar no assunto, que pelas características deste espaço, não pode ser aprofundado, cabe algumas ressalvas: Tanto a Teoria de Gaia como a Teoria do Aquecimento Global mereceriam longos ensaios feitos de formas isoladas pelas comunidades científicas mundiais e, depois, um longo estudo comparado, concluindo o que de verdadeiro existe em ambas as teorias, e recomendando os procedimentos corretos a serem adotados pela ciência e pela humanidade.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

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Grãos de café e restos de chocolate como combustível para carros? É sério gente, é sério!

Pois é, parece estranho e até bizarro, mas é verdade. A ciência e a tecnologia em sua constante busca por combustíveis alternativos e "ecológicos", já desenvolveram e testaram protótipos de carros movidos a grãos de café (passeio) e com restos de chocolate (fórmula 3), tudo obra de excêntricos, mas nem por isso menos respeitáveis cientistas ingleses.

O carro movido a grãos de café,  um VW Scirocco/88 (foto ao lado), segundo informações do site G1.globo.com e de outras fontes que pesquisei,  foi desenvolvido por um grupo de cientistas do programa "Bang Goes the Theory", da BBC, e apresentado na Feira de Ciências de Manchester. Seu consumo declarado é de 5km por quilo de café torrado, a uma velocidade máxima de 100 km/h (não dá mais que isso). No seu mais longo percurso de testes, andará 337 km (Manchester-Londres), no que consumirá 70 quilos de grãos de café.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

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Como fazer o seu blog carregar mais rápido?

"Façam o que eu digo e não o que eu faço!" Sou obrigado a registrar esta retificação porque os meus próprios blogs não são um dos melhores exemplos com relação à dica que vou passar (uma tradução que fiz da página de ajuda do Blogger, sobre como fazer um blog Blogger carregar mais rápido). Eu também, como a maioria das pessoas, não sigo à risca todas essas regras. Mas não tenham dúvidas: no dia em que notar que o blog ficou pesado demais e começou a demorar para carregar (já fiz isso antes), vou começar a usá-las; senão todas, a maioria, porque verifiquei que, de fato, são verdadeiras na área de SEO.

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TV 3D aposta no consumismo da nova classe média brasileira

Os fabricantes da indústria eletro-eletrônica e de veículos estão sempre de olho  nas tendências de mercado e no poder aquisitivo das classes sociais, principalmente as que se encontram em ascensão. O consumismo, alavancado pelos avanços tecnológicos, parece não ter mesmo limites e sustenta-se a qualquer preço. A bola da vez agora é a TV-3D, que será o próximo sonho de consumo dos brasileiros, a exemplo do que já está acontecendo em alguns países.

Ainda não dá para saber com certeza quando ela se implantará e em quantos anos se popularizará aqui por estas bandas. Mas a Samsung, um dos gigantes do setor, anuncia que já em abril deste ano os primeiros aparelhos estarão à venda no Brasil. E parece que é verdade mesmo., porque uma outra gigante, a Sony, já disponibiliza esses aprelhos no mercado brasileiro. Mas daí até que as emissoras de TV nacionais comecem a transmitir em 3D haverá um longo e demorado caminho. Até agora, apenas a TV Globo anunciou que "tentaria" transmitir 13 dos jogos da copa em 3D, mas não é certeza.

Outros Sites da Rede DDD:

(Pareo mouse sobre a imagem para fixá-la!)

Links dos Sites:

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(Ainda não formamos parcerias e estes são parceiros de um outro blog da "Rede DDD". Vamos fazer uma outra galeria. Que tal ver o seu site incluído aqui?

Galeria dos parceiros DDD

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(Obs.: Esta localização poderá ser alterada, sem prévio aviso, se necessário para melhor adaptação à estrutura do blog).

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(Listagem em elaboração para a área)

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